TryPoint
Marcador de pontos para partidas de rugby. Cronômetro que segue a regra oficial, eventos por jogador, cartões com exclusão temporária e súmula em PDF no fim do jogo — tudo funcionando à beira do campo, com o celular na mão.
Ver o appAqui não tem app de vitrine. Cada um destes nasceu de um problema real, foi construído do zero pelo nosso time e continua sendo mantido por quem escreveu a primeira linha de código. É o mesmo cuidado que aplicamos no app do cliente.
Marcador de pontos para partidas de rugby. Cronômetro que segue a regra oficial, eventos por jogador, cartões com exclusão temporária e súmula em PDF no fim do jogo — tudo funcionando à beira do campo, com o celular na mão.
Ver o appApp para o seu negócio, sistema interno que resolve a operação ou integração entre as ferramentas que você já usa. Começa com uma conversa sobre o problema — não sobre a tecnologia.
Contar meu projetoAntes de desenhar qualquer coisa, entendemos quem vai usar e em que situação. O TryPoint, por exemplo, é feito para ser operado de pé, no sol, com uma mão só — e isso mudou cada decisão de interface.
Trabalhamos com Flutter: uma base de código para as duas lojas. Menos tempo de desenvolvimento, menos manutenção e as duas versões sempre com as mesmas funcionalidades.
App que só funciona conectado quebra na hora errada. Quando faz sentido, os dados ficam no aparelho e sincronizam depois — o usuário não fica na mão.
As regras de negócio ficam separadas da interface e cobertas por testes automatizados. É o que permite mexer no app depois sem medo de quebrar o que já funcionava.
Ícone, capturas, textos da ficha, política de privacidade, contas de desenvolvedor e o vaivém da revisão das lojas. A gente conduz até o app estar no ar.
Depois vem a parte que a maioria esquece: fazer as pessoas baixarem. Como também somos a agência de marketing, a divulgação já entra no plano desde o início.
Conta o problema que ele resolve. A gente responde dizendo se vale um app, um site ou nada disso — e por quê.